domingo, 5 de fevereiro de 2017

Estrutura e Organização de Trabalho Acadêmico Metodologia do Trabalho Científico.



Unidade I - Tema 1 - Estrutura e Organização de Trabalho Acadêmico
Metodologia do Trabalho Científico
1.4 - Auto-avaliação

1.   Quais são os objetivos que servem de parâmetro para verificar a originalidade de um trabalho acadêmico?

1)         Objeto de estudo definido de tal forma que possa ser identificado e reconhecível igualmente pelos outros;

2)         Discussão temática de estudo que  ainda não foi dito ou rever sob uma forma diferente o que já se disse;

3)         Ser de interesse coletivo, ou ser útil aos demais;

4)         Fornecer elementos para a verificação e a contestação das hipóteses apresentadas.

2.   Que atitudes um pesquisador deve ter diante de um trabalho acadêmico?

Diante de uma determinação em pesquisar um fato, uma situação, e dele resultar um trabalho acadêmico o interessado, pesquisador, deve: a) observar e coletar dados que serão observados; organizar as informações e observações coletadas; b) procura as relações e regularidades que pode haver nas informações e observações; c) indagar sobre seus porquês; d) utilizar de forma inteligente as leituras e as experiências para comprovar o que objetiva; e) publicar os seus resultados, monografia.
 
3.   Quais são as finalidades do trabalho acadêmico?

O trabalho acadêmico tem como finalidades: a) Descobrir e redescobrir a verdade; b)     Esclarecer fatos, teorias e teorias obscuros ou não plenamente conhecidos; c)      Enriquecer e aprofundar o rol de noções científicas por intermédio de um trabalho metódico e rigoroso; d) Ordenar e hierarquizar conhecimentos e experiências; e) Dar de forma metódica ciência a comunidade das descobertas ou de seus resultados através de publicidade cientifica.































Unidade I - Tema 2 - Monografia: Texto ou Contexto?
Metodologia do Trabalho Científico
2.5 - Auto-avaliação
1- Em que consiste a monografia no cenário da academia?
A monografia é um pré-requisito para a obtenção do título em cursos de pós-graduação lato sensu.
Na visão de Salomon a elaboração da monografia tem implicações que representa a “atividade de extração de conhecimento....não significa mera compilação ou transcrição de textos”. Logo a monografia não é cópia do que já foi feito, mais uma  análise crítica com reflexão no conhecimento previamente exposto. A monografia dentro desta observância leva o  pesquisador a  atividade de leitura-estudo, análise de texto, crítica e discussão de idéias, e “  nas habilidades de síntese e comunicação.” (SALOMON, 2000, P. 259).
2- Quais as fases de elaboração de uma monografia?
Contextualizando o material didático apresentado na disciplina, o processo de produção da monografia exige muita disciplina e organização. Temos, pois, a perspectiva de organizar o pensamento para o estudo.
Tomando neste momento como referência Salomon a elaboração da monografia  tem (SALOMON, 2000)seis fases:
1 - Escolha do assunto (tema) / Formulação do problema;
2 – Pesquisa bibliográfica;
3 – Documentação para o trabalho;
4 - Crítica da documentação;
5 – Construção;
6 – Redação.








Unidade I - Tema 3 - Escolha do Assunto (tema) / Formulação do Problema.
Metodologia do Trabalho   Científico.
3.4 - Auto-avaliação.
1-   Que aspectos básicos devem ser levados em consideração para a formulação de um problema?
Resumidamente a escolha do tema e a formulação de problemas deve se estabelecer dentro de uma pré-ocupação de limitar o tema dentro de um espaço em que possa ter o controle do tema e segurança para defendê-lo. O  tema deve ser atual.
A pesquisa científica é fruto de um trabalho realizado pelo pesquisador, devendo obedecer a padrões previamente estabelecidos, sobretudo seguindo formas específicas de composição.
Para o acadêmico, pesquisador, rumo ao seu crescimento pessoal, a pesquisa constitui um significativo recurso cuja finalidade é obter informações acerca de um determinado assunto. Até aqui o entendimento sólido é de que uma pesquisa deve ter a sua realização concreta de uma investigação planejada, desenvolvida e redigida de acordo com as normas da metodologia consagradas pela ciência.
Como fruto de um processo rigorosamente planejado, a pesquisa se estrutura por meio de várias etapas.  Antes de tudo o pesquisador deve ter em mente a escolha do tema – Antes de tudo, alguns fatores devem ser levados em consideração, como, por exemplo: ele deve ser adequado às possibilidades do pesquisador, levando-se em consideração o material bibliográfico suficiente, disponível, atual e sua complexidade, haja vista que se muito complexo, exigirá um tempo maior para a realização do trabalho, fato que talvez não represente tanta viabilidade. Ainda há outros aspectos relevantes, tais como a capacidade e a formação do pesquisador, bem como suas experiências e vivências profissionais, conhecimentos anteriores e a relevância temática, ou seja, até que ponto o trabalho merece ser cientificamente investigado.
Visando estabelecer um nexo com a questão (Que aspectos básicos devem ser levados em consideração para a formulação de um problema?)) podemos dizer que entre elas, devem ser levados em consideração para a formulação de um problema, os aspectos:
Tomando neste momento como referência Salomon(SALOMON, 2000) que nos leva a interagir em um ponto, como formular um problema?
Devemos ter em visão que o  problema levanta três questões básicas: o que vai ser realmente tratado? Como? Para quê?
Estabelecendo esta cognição o pesquisador deve formular o problema tomando como base às diretrizes abaixo:
1) Fazendo a colocação do problema de modo claro, preciso, e formulando-o em termos que permitam clarividência de como agir para atingir a solução;
2) Especificando os componentes do problema, através das seguintes questões-crivo:
a) O problema apresenta relevância humana, teórica, contem porânea e operativa?
b) Trata-se de algo concreto ou abstrato? Empírico ou não empírico? É pessoa? Grupo? São ideias? Ações? Relações?
c) Existe pessoa ou grupo que tenha o problema? Quem é o interessado? Há participantes? Quais os que são ou podem ser afetados pelo problema e por sua solução?
d) O interessado na sua solução tem algo em vista, algum objetivo? Qual?
e) Há meios à disposição para alcançar esse objetivo, "instru mentos" de pesquisa?
f) É realmente um estado de dúvida para o interessado? Representa alternativa?
g) É um problema específico a um determinado ambiente? Há circunstâncias que afetam o problema? Quais são as reais? Quais as supostas?
h) O problema possibilita formulação de hipóteses?
i) Possibilita conjeturar a solução com grande probabilidade de se concretizar?
j) É possível estabelecer os conceitos que ele envolve? Quais? Categorias? Classificações? Quais? (SALOMON, 2000).














Unidade I - Tema 4 - Organização da Bibliografia/Documentação para o Trabalho/Crítica da Documentação.
Metodologia do Trabalho   Científico.
4.8 - Auto-avaliação.
Ao se objetivar produzir uma monografia precisamos entender a valorização da organização da bibliografia, o sucesso na produção do trabalho exige que a identificação dos livros deva estar relacionada com os interesses políticos e pedagógicos do autor. O resultado da seleção deverá também atender a relevância do tema; as suas fichas de leitura têm um valor no momento da redação do trabalho. Por fim cada passo na produção da monografia tem seu valor em si mesmo.
1- Como selecionar a bibliografia?
Visando uma produtividade relevante o autor da pesquisa deve considerar algumas fases na seleção da bibliografia, com base no texto “mãe” da disciplina citamos as seguintes fases:  identificação das obras de interesse do autor;  localização das obras identificadas, geralmente em bibliotecas (FACHIN, 2002); construção de organização de fichário composto por fichas de resumo(FACHIN, 2002).
Até aqui fixamos a ideia de que o trabalho monográfico, enquanto tratamento escrito de um tema bem delimitado e convertido em problema, à base de pesquisa bibliográfica, análise e reflexão, pode ser estruturado nas seguintes fases: escolha do assunto, delimitação e formulação do problema, plano de trabalho, construção a partir da seleção do material documentado, elaboração estruturada em suas três partes inevitáveis - introdução, desenvolvimento, conclusão – e apresentada em forma de redação, que, por sua vez, obedece às normas da ABNT (SALOMON, 1999, p. 23).  Ao selecionar a bibliografia é fundamental que o autor seja exaustivo, sob pena de deixar incompleto o trabalho. Depois de definido e delimitado o tema e formulado o problema e a hipótese de trabalho, o próximo passo é o levantamento da documentação existente sobre o assunto. Busca-se a referência teórica para o assunto a ser abordado. É a fase da localização e da busca metódica dos livros, artigos, monografias, revistas etc., referentes ao tema. Consultar resenhas ou especialistas da área também é de grande valia prática. Aqui se fará o levantamento de bibliografia referente ao tema, e esse material selecionado pode ser documentado em fichas bibliográficas para facilitar o acesso ao mesmo.

2- Como elaborar a documentação que vai subsidiar a realização da monografia?
Como exemplo de documentação que devemos enquanto pesquisador buscar para fins de alimentar a nossa monografia temática tem as fichas bibliográficas, por exemplo. Devemos atender no decorrer da leitura aos seguintes requisitos: a)  exatidão, objetividade quanto ao conteúdo; precisão quanto à indicação dos documentos de proveniência e cuidado para não intercalar observação pessoal que possa comprometer a fidelidade das anotações; b) utilidade, ou seja, objetividade na transcrição dos elementos que possam ser úteis para a solução do problema, sendo “preferível pecar por excesso, sobretudo quando se trata de obras que posteriormente não possa ter com facilidade em mãos”. 























Unidade I - Tema 5 - Elaborar uma Monografia, Sim, Mas Como?
Metodologia do Trabalho Científico.
5.5 - Auto-avaliação.
1.      Qual a estrutura de construção dos trabalhos acadêmicos?
As diversas finalidades do trabalho acadêmico podem se resumir em apresentar, demonstrar, difundir, recuperar ou contestar o conhecimento produzido, acumulado ou transmitido. A construção dos trabalhos acadêmicos envolve a mesma estrutura básica: introdução, desenvolvimento e conclusão. Assim, quando da elaboração de  uma monografia o autor realiza um trabalho de três partes (introdução, desenvolvimento e conclusão), “organicamente unidas, formando uma estrutura”.  O Trabalho acadêmico é o texto resultado de algum dos diversos processos ligados à produção e transmissão de conhecimento executados no âmbito das instituições ensino, pesquisa e extensão universitária, formalmente reconhecida para o exercício dessas atividades. Assim, como centro da produção do conhecimento  a instituição acadêmica fixa diretrizes para os trabalhos desenvolvidos em seu âmbito.  Uma introdução para a apresentação do trabalho. “Será feita de maneira clara, simples e sintética, colocando o tema dentro do “quadro de referência teórico” atualizado, o estado da questão, fazendo-se rápida referência a trabalhos anteriores dedicados ao problema e justificando o aparecimento do próprio tratamento”.  Podemos dizer que a estrutura de construção dos trabalhos acadêmicos envolve:

·                   Formulação do tema e a delimitação do mesmo no tempo e no espaço;
·                   Apresentação do objeto de estudo;
·                   Apresentação dos objetivos;
·                   Formulação do problema e das hipóteses.
·                   Apresentação da justificativa do estudo do tema;
·                   Apresentação da metodologia da abordagem do estudo;
·                   Apresentação do quadro em que se fundamenta o estudo;
·                   Orientação do leitor sobre a estrutura do estudo. (MARCONI, LAKATOS, 2001) (SALOMON, 2000).


2.      Como selecionar a documentação realmente útil para a elaboração da monografia?
O trabalho de organização da bibliografia a documentação para o trabalho e crítica da documentação possibilitaram ao autor ter um conjunto de fichas bibliográficas.
De posse do relatório da documentação com  informes sobre as fichas bibliográficas, deve o  autor estabelecer um juízo de valor sobre esse material. E daí derivar uma
Seleção, onde algumas  serão eliminadas por serem supérfluas, outras serão destinadas a diversos momentos do trabalho acadêmico. O senso crítico do professor-aluno ou do pesquisador é importante e envolverá uma vertente externa relacionada à crítica do texto, da autenticidade e proveniência do documento e uma vertente interna que abrange a crítica de interpretação ou hermenêutica e a crítica do valor interno do conteúdo.
Ao interpretar uma referência bibliográfica para a pesquisa-monografia quanto à vertente externa, devemos ter em mente uma crítica do texto, de forma analítica, principalmente a originalidade e fidelidade; a autenticidade, a determinação do autor, a data, o lugar e as circunstâncias em que a obra foi escrita;  da proveniência, os influxos históricos e doutrinais que originaram a obra, bem como no caso de traduções a crítica da sua fidelidade em relação ao original.  Ao interpretar uma referência bibliográfica para a pesquisa-monografia quanto à vertente interna, esta deve envolve a crítica:   de interpretação ou hermenêutica, determinar do sentido exato do documento; interpretação do sentido do que o autor quer dizer; do valor interno do conteúdo, saber o valor das ideias contidas numa determinada obra para estabelecimento de vínculos de ligação entre as teorias existentes e a “novidade” que o autor trará com o seu trabalho, etc.











Unidade II - Tema 1 - Os Elementos da Estrutura Formal da Monografia
Metodologia do Trabalho   Científico
1.6 - Auto-avaliação
1- Identifique os elementos da estrutura formal da monografia e faça uma reflexão sobre a classificação deles em relação a sua aplicabilidade durante a produção do trabalho acadêmico.
Questão comentada.  Tentaremos com base no livro “mãe” identificar os elementos da estrutura formal da monografia.  Para garantir o método do trabalho acadêmico quando da elaboração de uma monografia não podemos perder de vista os elementos da estrutura formal da atividade monográfica, esta se constituem em uma rede complexa de ideias que levam a uma lógica de modo que a produção cientifica possa ter resultado para fins coletivos, principalmente na produção do saber de resultados.  Empós este resumo, e por consequência desenvolvo aqui uma reflexão sobre a classificação deles em relação a sua aplicabilidade durante a produção do trabalho acadêmico. Esta complexidade citada passa pelos termos:  Pré-Textuais que são: Capa, Lombada, Folha de rosto, Errata, Folha de aprovação, Dedicatória, Agradecimento, Epígrafe, Resumo Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos, Sumário; Os Textuais considerados o núcleo do trabalho (Introdução, Desenvolvimento e a Conclusão); Os Pós-Textuais onde encontramos   Referências, Glossário, Apêndice, Anexo e índice. A exigência para que o autor obedeça ao rigor do método durante o processo de elaboração da monografia faz sentido a partir de sua experiência na produção de uma monografia.  Finalidades.  A pesquisa realizada, a ideia concebida ou a dedução feita perecem se não vierem a público; por esse motivo existem diversos canais de publicidade adequados aos diferentes trabalhos: as defesas públicas, os periódicos, as comunicações e a multimídia virtual são alguns desses. A demonstração do conhecimento é necessidade na comunidade acadêmica, onde esse conhecimento é o critério de mérito e acesso.  Tipos.  Existem alguns tipos de trabalhos acadêmicos formais, excluindo aqui as provas, exercícios e outros textos não tão significativos para os fins desta avaliação comentada. Basicamente temos trabalhos acadêmicos longos, como exemplos: Tese; Dissertação; Monografia e trabalho de conclusão de curso.
Não podemos perder de vista os trabalhos acadêmicos considerados curtos: Artigo; Relatório; Fichamento; Resenha e Comunicação.


Unidade II - Tema 2 - Regras Gerais de Apresentação
Metodologia do Trabalho   Científico
2.13 - Auto-avaliação
1)         Sugiro que você leia cada aspecto recomendado pela ABNT e elabore um texto aplicando as normas recomendas.
O texto sugere que a apresentação da monografia se estabelece nas normas  14724 da ABNT.  Os trabalhos acadêmicos são regulados socialmente por uma organização privada. E estas regras são assim modeladas:  Projetos – ABNT NBR 15287/2011; Monografias, Dissertações, Teses – ABNT NBR 14724/2011; Artigos – ABNT NBR 6022/2003; Referências – ABNT  NBR 6023/2002;  Numeração Progressiva – ABNT NBR 6024/2003.  Para a FORMATAÇÃO DE PROJETOS, MONOGRAFIAS E TCC - ABNT NBR 15287/2011 - ABNT NBR 14724/2011
(NBR 15287:2011 - NBR 14724:2011).
Segue em arquivo Pdf um texto elaborado recentemente quando da minha titulação de especialista.



















PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO ÁREA SAÚDE
ESPECIALIZAÇÃO EM FARMACOLOGIA CLÍNICA

César Augusto Venâncio da Silva
Farmacologia Clínica: Uso racional de medicamentos na medicina  geral e especializada








Fortaleza-Ceará
2015
César Augusto Venâncio da Silva


Farmacologia Clínica: Uso racional de medicamentos na medicina  geral e especializada



Monografia Acadêmica apresentada ao PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO ÁREA SAÚDE – ESPECIALIZAÇÃO EM FARMACOLOGIA CLÍNICA da FACULDADE ATENEU como requisito parcial para a obtenção do grau de ESPECIALISTA EM FARMACOLOGIA CLÍNICA.
Orientador - Prof. Dr. Rivelilson Mendes de Freitas.-









Fortaleza-Ceará
2015
César Augusto Venâncio da Silva



Farmacologia Clínica: Uso racional de medicamentos na medicina geral e especializada.


Monografia Acadêmica apresentada ao PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO ÁREA SAÚDE – ESPECIALIZAÇÃO EM FARMACOLOGIA CLÍNICA da FACULDADE ATENEU como requisito parcial para a obtenção do grau de ESPECIALISTA EM FARMACOLOGIA CLÍNICA.
Data da aprovação: _____/________/________

Banca Examinadora:

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Orientador - Prof. Dr. Rivelilson Mendes de Freitas.


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Professor

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Professor

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Fortaleza-Ceará







Aos docentes que contribuíram para a integralização de todas as disciplinas acadêmicas do Curso, em parte o nobre cientista e orientador Prof. Dr. Rivelilson Mendes de Freitas.














AGRADECIMENTOS

A Faculdade ATENEU em Fortaleza, por desenvolver ao longo de seis turmas o projeto de PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA CLÍNICA objetivando fundamentalmente: Capacitar profissionais da Área da Saúde (Medicina, Enfermagem, Odontologia, Psicologia, Farmácia, Biomedicina, Fisioterapia e Educação Física) e das Ciências da Vida (Biologia) em Farmacologia Clínica, bem como promover e estimular a prática da Farmacologia Clínica nas instituições públicas e privadas, no intuito de promover, proteger e recuperar a saúde dos usuários dos serviços de atenção à saúde durante o tratamento de diferentes processos patológicos. Não podemos perde de vista a gratidão pessoal que devemos aos ilustres docentes, mestres e doutores que incentivaram a produção do conhecimento durante a trajetória de formação na Farmacologia Clínica. Dessa laboriosa  convivência, o subscritor desta produção acadêmica passou a viver a base da pesquisa que o leva a temática “Uso racional de medicamentos na medicina  geral e especializada”, abertura para seu doutorado em Ciências Biomédicas.












Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende”
Leonardo da Vinci.

JURO... E, Prometo que, ao exercer a arte de curar, mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, da caridade e da ciência. Penetrando no interior dos lares, meus olhos serão cegos, minha língua calará os segredos que me forem revelados, o que terei como preceito de honra. Nunca me servirei da profissão para corromper os costumes ou favorecer o crime. Se eu cumprir este juramento com fidelidade, goze eu, para sempre, a minha vida e a minha arte, com boa reputação entre os homens. Se o infringir ou dele afastar-me, suceda-me o contrário.  os médicos recém-formados escolhem um medicamento inadequado ou duvidoso em metade dos casos”. Documento da OMS. primum non nocere - Primum non nocere é uma Latina frase que significa" em primeiro lugar, não causar dano.    A frase é por vezes registadas como nocere nil primum . Não-maleficência , que é derivada da máxima, é um dos principais preceitos da ética médica que todos os estudantes de medicina são ensinados na escola de medicina e é um princípio fundamental para serviços de emergência médica em todo o mundo. Outra maneira de afirmar é que, "dado um problema existente, pode ser melhor não fazer alguma coisa, ou até mesmo para não fazer nada, do que correr o risco de causar mais mal do que bem." Ele lembra o médico e outros profissionais de saúde que deve considerar o possível prejuízo que qualquer intervenção poderia fazer. Ele é invocado quando se debate o uso de uma intervenção que acarreta um risco evidente de dano, mas a menos certa chance de benefício. Não-maleficência é frequentemente contrastado com seu corolário, a beneficência. Primum non nocere - Diz por isso que " primum non nocere "não é, na verdade, a partir de Hipócrates, mas é uma frase nas epidemias - "A origem do primum non nocere . " British Medical Journal respostas eletrônicas e comentários, 1 de Setembro de 2013. Smith, C. M. (2005). "Origem e Usos da Primum non nocere - acima de tudo, não causar dano ". The Journal of Clinical Pharmacology 45 (4): 371-377. doi : 10.1177/0091270004273680 . Cura te ipsum. "Cuide do seu próprio eu!" ou "Cure a sua auto" é uma Latina liminar, pedindo médicos para cuidar e curar-se primeiro, antes de lidar com os pacientes. Cura te ipsum ficou famoso na tradução latina da Bíblia, a Vulgata “O provérbio foi citado por Jesus... Médico, cura-te a ti mesmo”, como registrado no Evangelho de Lucas, capítulo 04:23. Lucas Evangelista foi ele próprio um médico.







RESUMO
A morbimortalidade relacionada a medicamentos é um importante problema de saúde pública. A responsabilidade pela provisão responsável da farmacoterapia com o objetivo de alcançar resultados definidos que melhorem a qualidade de vida dos pacientes, se constituí em um seguimento de prática de Atenção farmacêutica. Nesse sentido o profissional de saúde, prescritor ou não deve ter uma visão jurídica, política, ética e científica de que a prática da atenção farmacêutica pode reduzir os problemas preveníveis relacionados a farmacoterapia. O pesquisador, no seguimento da FARMACOLOGIA CLÍNICA deve de forma objetiva, no plano pedagógico e ético discutir a importância da atenção farmacêutica como agente de promoção do uso racional de medicamentos.  A produção científica caracteriza-se por seu crescente volume e rápida acumulação, dificultando sua integração na prática profissional, tendo em vista a necessidade dos profissionais em analisar criticamente a confiabilidade das informações em tempo hábil. Assim, é preciso desenvolver capacidade para localizar e ter acesso a informações com evidência atualizada, de forma ágil, concreta e confiável.  O sucesso terapêutico no tratamento de doenças depende de bases que permitam a escolha do tratamento, medicamentoso e/ou não medicamentoso, a seleção do medicamento de forma científica e racional, considerando sua efetividade, segurança e custo, bem como a prescrição apropriada, a disponibilidade oportuna, a dispensação em condições adequadas e a utilização pelo usuário de forma adequada. Dessa forma, as decisões clínicas e as relações estabelecidas entre os profissionais e usuários são determinantes para a efetividade terapêutica. A presente Monografia desenvolvida ao longo da formação “in causa” objetiva: Aprimorar tecnicamente os profissionais da área da Saúde, capacitando–os quanto à função social na orientação do uso racional de medicamentos na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de patologias, de forma a garantir maior eficácia terapêutica com o mínimo de riscos ao paciente, através do aprofundamento em Farmacologia Clínica.  Por fim: “Se você quiser começar amanhã a mudar a prática e implementar a evidência, prepare-se bem: envolva o público pertinente; desenvolva uma proposta de mudança que seja baseada em evidência, factível e atraente; estude as principais dificuldades para o sucesso da mudança e selecione um conjunto de estratégias e medidas em diferentes níveis ligados ao problema; sem dúvida, trabalhe dentro de seus recursos e possibilidades. Defina indicadores de medida de sucesso e monitorize o progresso continuamente ou a intervalos regulares. Finalmente, satisfaça-se com um trabalho que leva a cuidado mais eficaz, eficiente, seguro e amistoso para seus pacientes.”  Grol R. e Grimshaw J. 
Palavras-chave: A morbimortalidade relacionada a medicamentos.  Farmacoterapia com o objetivo de alcançar resultados definidos. O sucesso terapêutico no tratamento de doenças depende de bases que permitam a escolha do tratamento. Aprimorar tecnicamente os profissionais da área da Saúde. Mínimo de riscos ao paciente, através do aprofundamento em Farmacologia Clínica.




















ABSTRACT
The morbidity and mortality related to drugs is a major public health problem. Responsibility for the responsible provision of drug therapy in order to achieve defined results that improve the quality of life of patients, is constituted in a follow-Pharmaceutical care practice. In this sense the healthcare professional or prescriber should not have a legal view, political, ethical and scientific that the practice of pharmaceutical care can reduce preventable problems related to pharmacotherapy. The researcher, following the CLINICAL PHARMACOLOGY should objectively, in the pedagogical and ethical level to discuss the importance of pharmaceutical care as players of the rational use of medicines. The scientific production is characterized by its growing volume and rapid accumulation, hindering their integration into professional practice in view of the need of professionals to critically analyze the reliability of information in a timely manner. Thus, we must develop the ability to locate and access information with updated evidence, in a fast, practical and reliable. The therapeutic success in treating diseases depends on foundations so that the choice of treatment, drug and / or non-medicated, the selection of scientific and rational drug considering its effectiveness, safety and cost, as well as the appropriate prescription, availability timely, the dispensation under appropriate conditions and the use by the user appropriately. Thus, clinical decisions and the relationships established between professionals and users are essential to the therapeutic effectiveness. This monograph developed over training "in question" objective: technically Enhance Health professionals, empowering them as social role in guiding the rational use of medicines in the prevention, diagnosis and treatment of conditions in order to ensure greater therapeutic efficacy with minimal risk to the patient, by deepening in Clinical Pharmacology. Finally: "If you want to start tomorrow to change the practice and implement the evidence, prepare well: involve the relevant public; develop a proposed change that is evidence-based, feasible and attractive; study the main difficulties for successful change and select a set of strategies and measures on different levels connected to the problem; undoubtedly work within their resources and capabilities. Define measure of success indicators and monitor the progress continuously or at regular intervals. Finally, be satisfied with a job that leads to more effective care, efficient, safe and friendly for their patients. "Grol R. and J. Grimshaw
Keywords: The morbidity and mortality related to drugs. Pharmacotherapy in order to achieve defined results. Therapeutic success in the treatment of diseases dependent on bases to enable the choice of treatment. Technically improve the health professionals. Minimum risks to the patient, by deepening in Clinical Pharmacology.






















Lista de Tabelas
Tabela I………………………………………………
Tabela II…………………………………………….
Tabela III……………………………………………………
Tabela IV.…………………………………………………………
Tabela V………………
Tabela V………………………………………………………………..
Tabela VI…………………………………………………………………………
Tabela VII……………………………………













Lista de Iconografias(figura no texto)
Figura 1………………………………………………………………………….
Figura 2……………………………………………………………………….
Figura 3……………………………………………………………………………….
Figura 4…………………………………
Figura 5……………………………………………………………
Figura 6…………………………………
Figura 7…………………………………………………………….
Figura 8…………………………………………
Figura 9…………………………………………………………………………….
Figura 10………………………………………………………………….
Figura 11……………………………………………………………………….
Figura 12…………………………………………………….
Figura 13…………………………………………………………….
Figura 14……………………………………
Figura 15……………………
Figura 16……………………………………………………………………….
Figura 17……………………
Figura 18…………………………………………
Figura 19……
Figura 20…………
Figura 21……………………………………………….
Figura 22………………………………………………………….
Figura 23…………………………………………………………………………….
Figura 24………………………………………………………………………….
Figura 25………………………………………
Figura 26…………………………………………………………………………….
Figura 27………………………………………………………………………….
Figura 28…………………………………………………………………………….
Figura 29……………………………………………………………………………….
Figura 30……………………………………………………………………….
Figura 31………………………………………………………………………….
Figura 32………………………………………………………………….
Figura 33……………………………………………
Figura 34……………………………………………………….
Figura 35……………………………………………………………………….
Figura 36…………………………………………………………………….
Figura 37……………………………………………
Figura 38……………………………………………………………………….
Figura 39………………………………………………………………………….
Figura 40………………………………………………………………….
Figura 41…………………………………………………………………………….
Figura 42……………………………………………………………………….
Figura 43…………………………………………………………….
Figura 44……………………………………………………………
Figura 45…………………………………………
Figura 46…………………………………………………
Figura 47…………………………………………………………
Figura 48……………………………………………………
Figura 49………………………………………………………………………………….
Figura 50……………………………………………………………………………….
Figura 52……………………………………………………………………………….
Figura 52……………………………………………………………………………….
















Lista de Anexos
Anexo I…………………………………………………………………………..
Anexo II………………………………………………………………………….
Anexo III………………………………………………………………………...
Anexo IV………………………………………………………………………...
Anexo V………………………………………………………………………….
Anexo VI………………………………………………………………………….
Anexo VII………………………………………………………………………….
Anexo VIII………………………………………………………………………….
Anexo IX…………………………………………………………………………….



















Sumário
Capítulo I
Introdução à teorização do URM
1. INTRODUÇÃO. Farmacologia Clínica x Nossos Indígenas.
1.1 – Em 1815, surgiu o termo FARMACOGNOSIA, criado por SEYLDER em sua Analecta
1.1.1 – HISTÓRIA – utilizando ervas naturais no Brasil.
1.2 – O avanço da farmacologia clínica.
1.2.1 – A farmacologia clínica, URM e ERROS DE MEDICAÇÃO.
1.2.2 – A farmacologia clínica – Medicamentos tradicionais, usos modernos.
1.2.2.1 – Medicamentos tradicionais, usos modernos.
1.2.2.2 – HOSPITAL – Dispensação.
1.2.2.3 – FARMÁCIA HOSPITALAR.
1.2.2.4 – DROGA, FÁRMACO, MEDICAMENTO, REMÉDIO.
1.3 – A contribuição da epidemiologia ao estudo do uso dos medicamentos nas sociedades
1.4 – A Farmacologia busca entender
1.5 – E o USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS
1.6 – Na República Federativa do Brasil
1.7 – Farmacoepidemiologia.
1.7.1 – LISTA DE FÁRMACOS NO MERCADO.
1.7.1.1 – Publicada lista de medicamentos similares intercambiáveis.
1.7.1.2 – Medicamentos isentos de prescrição médica são um afronto a Saúde Pública.
1.7.1.3 – Lista de medicamentos genéricos
1.7.2 – CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE – RESOLUÇÃO Nº 338, DE 06 DE MAIO DE 2004.
1.8 – Medicamentos similares -
1.9 – Registro de medicamentos
1.10 – Aspectos a serem considerados com relação ao uso de medicamentos
1.11 – Medicamentos.
1.12. - MINISTÉRIO DA SAÚDE
1.12.1  - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
1.12.2  - Vigilância sanitária.
1.12.3  - PODER DE POLÍCIA.
1.12.3  - Medicamentos e Saúde Pública.
1.12.3.1  - Medicamentos e Saúde Pública. LISTA DOS MEDICAMENTOS DISTRIBUÍDOS PELA REDE PÚBLICA DE SAÚDE.
 1.12.3.2 – Medicamentos e Saúde Pública.  Medicamentos falsificados e recomendações para os Protocolos de URM. Para a empresa e tire a sua dúvida.
1.12.3.2.1  - Medicamentos Falsificados.
1.12.3.2.2  - Medicamentos Falsificados I
1.12.3.2.3  - Medicamentos Falsificados I – Como orientar os usuários para se prevenir contra os remédios falsificados?
1.12.3.2.4  - Medicamentos  - Saúde pública regras para controle da propaganda de remédio.
1.12.3.2.4.1  - Medicamentos  -  Principais pontos da Resolução
1.12.3.2.4.1.1  - Medicamentos  - Atualização da Relação de Medicamentos Falsificados -
1.12.3.2.4.1.2  - Medicamentos   - Falsificados II
1.12.4  - Medicamentos.- Comercialização segundo portaria do órgão regulador de VISA Medicamentos de venda livre ou sem prescrição -
1.13 – Aspectos relacionados com a autenticidade do produto – 1.14 – Medicamentos – Formas farmacêuticas e vias de administração -
1.15 – Medicamentos – Uso Racional de Medicamentos -
1.16 – Medicamentos – Uso Racional de Medicamentos -
1.17 – Medicamentos – Uso racional de medicamentos:
1.18  - Dados relevantes para compreensão do contexto histórico. Medicamento Genérico.
1.19 – Medicamentos genéricos.
1.19.1 – Direitos a medicamentos depois de 1988.
1.19.2 – Carta Política de 1988.
1.19.3 – O Programa de Medicamentos Genéricos.
1.19.4 – Notas Textuais Legais/Legislativa Constitucional.
1.20 – Medicamentos genéricos no Brasil.
1.21 – Marco referencial para protocolos URM – USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS.
1.21.1 – Os Perigos da Automedicação.
1.21.2 – Conceito.
1.21.2.1 – Conceito – Tipos de Uso Irracional de Medicamentos.
1.21.2.2 – Estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS).
1.21.2.3 – Ações para o Uso Racional de Medicamentos.
1.21.2.3 – Ações para o Uso Racional de Medicamentos – Educam visa.
1.21.2.4 – Ações para o Uso Racional de Medicamentos –Hospitais Sentinelas.
1.21.2.4 – AUTO MEDICAÇÃO.
1.21.3 – Conclusão parcial.
Capítulo II
Introdução à teorização do URM o Uso Racional de Medicamentos: Construindo um Caminho.
2. Contextualização – Ensino sobre o Uso Racional de Medicamentos: Construindo um Caminho.
2.1 – O Começo.
2.1.1 – Programa Dáder.
2.1.1.1 – 1ª Etapa.
2.1.1.2 – 2ª Etapa
2.1.2 – Posologia no uso de medicamentos.
2.1.3 – Janelas Terapêuticas.
2.1.3.1 – Prontuário Terapêutico.
2.1.3.1.1  – O  Infarmed recomenda a utilização do Prontuário Terapêutico.
2.1.3.1.2 – FARMACOLOGIA I – PARÂMETROS FARMACOCINÉTICOS.
2.1.3.1.3 – FAIXA E/OU JANELA TERAPÊUTICA.
2.1.3.1.4 – Conceitos básicos.
2.2. – Janela Terapêutica em Neurologia.
2.2.1 – Fundamentação do caso apresentado. Uso Racional de Medicamentos e Serviços Especializados.
2.2.2 – URM Protocolos escritos – Janela terapêutica X Emergência Médica.
2.2.3 – Fundamentação do caso apresentado.
2.2.4 – Sugerindo URM
2.2.5 – Farmacologia Clínica no caso clínico abordado. Uso Racional de Trombolíticos.
2.2.6 – Primeiro momento. Uso Racional de Trombolíticos.
2.2.7 – Algumas drogas trombolíticas.
2.2.8 – Tratamento.
2.2.9 – Tratamento Trombolítico. rtPA. Alteplase (rtPA) é recomendado para o tratamento do Acidente Vascular Cerebral (AVC) Isquêmico Agudo.
Recentemente surgiram novas perspectivas no tratamento da isquemia cerebral. A utilização de
2.2.9.1 – Até aqui é nosso exemplo didático sugerimos o rtPA.
2.2.10 – Atenção, podemos dizer que no parágrafo que segue tem um indicativo de URM(?)
2.2.11 – O alteplase
2.2.11.1 – Nota Técnica para Plasmina.
2.2.12 – Questões de farmacovigilância como indicativo para URM.
2.2.13 – Ato Médico.
2.2.14 – Risco em potencial.
2.2.15 –  Mecanismos de Ação. Mecanismos de Ação.
2.2.16 – Mecanismos de Ação. Diretrizes para compreender o USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS.
2.2.17 – TERAPIA TROMBOLÍTICA: USO DO ALTEPLASE
2.2.17.1 – Farmacologia.
2.2.17.2 – Usos.
2.2.17.3 – Dose e Administração.
2.2.17.4 – Dissolução do trombo intravascular
2.2.17.5 – Monitorização.
2.2.17.6 – Efeitos adversos/precauções.
2.2.17.7 – Considerações especiais/ Preparação.
2.2.17.8 – Compatibilidade.
2.2.18 – Diretrizes para compreender o USO IRRACIONAL DE MEDICAMENTOS.
2.2.18.1 – Contraindicações.
2.2.18.2 – Precauções.
2.2.18.3 – PREPARAÇÃO PARA INFUSÃO.
2.2.18.4 – Doses e Infusão.
2.2.18.5 – Monitorização.
2.2.18.6 – Complicações.
2.2.19 – Outros Trombolíticos.
2.3 – USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS. Fundamentação científica para compreensão do contexto do URM.
2.3.1 – TERAPIA TROMBOLÍTICA.
2.3.2 – Plaquetas.
2.3.3 – Cascata.
2.3.4 – limitadores da coagulação:
2.3.5 – Tratamento:
2.3.6 – Fibrinolíticos ou trombolíticos.
2.4 – Anticoagulantes Parentais. Heparina
2.4.1 – Efeitos adversos.
2.4.2 – Indicações.
2.4.3 – Desvantagens do uso da heparina.
2.4.4 – Outros anticoagulantes parenterais.
2.5 – Anticoagulantes Orais. Warfarim.
2.5.1 – Mecanismo de ação.
2.5.2 – Fatores que interferem nos efeitos do warfarim.
2.6 – Anticoagulantes Orais. Aspirina. Mecanismo de ação.
2.7 – Anticoagulantes Orais. Ticlopidina.
2.7.1 – Anticoagulantes Orais. Mecanismo de ação.
2.7.2 – Anticoagulantes Orais. Efeitos adversos.
2.7.3 – Anticoagulantes Orais. Clopidogrel.
2.8 – Inibidores da glicoproteína plaquetária.
2.9 – USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS. Fundamentação científica para fixação de
2.9.1 –APRESENTAÇÕES.
2.9.2 –COMPOSIÇÃO.
2.9.3 –INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
2.10 – Reações adversas no de medicamentos.
2.11 – Farmacovigilância e o URM.
2.12 – Interações Medicamentosas.
2.12.1 – Importância clínica.
2.12.2 – Gravidade da interação.
2.12.3 – Probabilidade de ocorrência.
2.12.3.1 – Efeito:
2.12.3.2 –Mecanismo:
2.12.3.2 –Sugestão de conduta:
2.12.4 –As consequências das interações.
2.12.4.1 – O significado clínico das interações.
2.12.4.1.1 – Defendemos que nos estudos preliminares do URM deve se observar e desenvolver.
2.13 – Efeitos Colaterais do tratamento.
2.14 – Atenção farmacêutica.
2.15 – Farmacologia Clínica.
2.16 – Uso Racional de Medicamentos.
2.17 – URM – Antibióticos. Perda da eficácia dos remédios
2.18 – Protocolos para URM na Medicina Especializada.
2.19 – Aspectos legais da produção de medicamentos na República Federativa do Brasil.
2.20 – Conclusão.
Capítulo III
Farmacologia dos Antineoplásicos.
3 – Introdução.
3. 1 – Mecanismos fisiopatológicos.
3. 2 – Prognóstico.
3. 3  - PRIMEIRO CASO CLÍNICO.
3.4  - PRIMEIRO CASO CLÍNICO.
3.5  - Considerações.
3.6  - Causas.
3.7  -Fontes e referências.
3.8  -Anemia microcítica.
3.9  -Para análise didática.
3.10  -Referência de pesquisa.
3.11  - Colonoscopia.
3.11  - Referência de pesquisa.
3.12  - Parte ascendente do cólon.
3.13  - Biópsia.
3.15  - Câncer de cólon bem diferenciado.
3.16  - Estadiamento.
3.17  - Fase de estágio III – Câncer de cólon.
3.17.1 ANEXO – DIRETRIZES DIAGNÓSTICAS E TERAPÊUTICAS EM ONCOLOGIA – CARCINOMA COLORRETAL
1. METODOLOGIA DE BUSCA E AVALIAÇÃO DA LITERATURA.
3.18  - Referência Bibliográfica.
3.19. INTRODUÇÃO.
3.20. CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID)
3.21. DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO.
3.22. OPÇÕES TERAPÊUTICAS.
3.22.1. CIRURGIA.
3.22.1.1. CÂNCER DE CÓLON.
3.22.1.2. CÂNCER DE RETO.
3.22.2. QUIMIOTERAPIA.
3.22.3. RADIOTERAPIA.
3.23. OPÇÕES TERAPÊUTICAS POR ESTÁGIO CLÍNICO
3.23.1 CÂNCER DE CÓLON
3.23.2. CÂNCER DO RETO.
3.24. MONITORIZAÇÃO DO TRATAMENTO.
3.24.1. AVALIAÇÃO DA RESPOSTA TERAPÊUTICA.
3.24.2. CRITÉRIOS DE INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO.
3.24.3. ACOMPANHAMENTO PÓS-TRATAMENTO.
3.25. REGULAÇÃO/CONTROLE/AVALIAÇÃO PELO GESTOR.
3.26. QUIMIOTERAPIA PALIATIVA – ADULTO
3.27. QUIMIOTERAPIA PRÉVIO (NEOADJUVANTE) -
3.28. QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE (PROFILÁTICA) – ADULTO.
3.29.  - Referência Bibliográfica.
3.30  -Empós o questionamento se posiciona nas respostas as questões.
3.30.1  - Resposta.
3.30.2 – Preliminares para fins didáticos.
3.30.3 – Da medicação.
3.30.3.1 – Fluoruracil 500 mg C/5 ampolas-10 ml – Fluordopa.
3.31 – Questão: Quais às principais interações farmacocinéticas.
3.32 – Questão: Os mecanismos de ação (farmacodinâmica).
3.33 – Questão: A qual grupo de quimioterápico o medicamento pertence.
3.34 – Como Respostado acima os aspectos da quimioterapia adjuvante
3.35 – Preliminares para fins didáticos.
3.36 – Questão: Quais às principais interações farmacocinéticas.
 3.37 – Questão: Os mecanismos de ação (farmacodinâmica).
3.37.1 – A IMPLICAÇÃO DO ÁCIDO FÓLICO NA ONCOGÊNESE
3.38 – Aos médicos e farmacologista clínico, atenção.
3.39 – Efeitos colaterais de Leucovorina Cálcico Injetável
3.40 - (*)Folato.                                
3.41 – Recomendações Nutricionais de folato
3.42 – Referência Bibliográfica.
3.43 – Estabelecidas às respostas para os aspectos da quimioterapia adjuvante
3.44 – Questão: Quais às principais interações farmacocinéticas.
3.45 – Questão: Os mecanismos de ação (farmacodinâmica).
3.46 – Questão: A qual grupo de quimioterápico o medicamento pertence.
3.47 – Questão: Citar as principais contraindicações reações adversas destes medicamentos.
3.48 – Bibliografia Complementar.
Intervenção Analítica em Casos Clínicos – SEGUNDO CASO CLÍNICO.
3.50 – Preliminares para fins didáticos.
3.50.1-Considerações.
3.50.2-Linfonodos da cabeça e do pescoço.
3.50.3  - * NOTA DO AUTOR.
3.50.4  - Observação clínica.
3.50.5 – Diagnóstico.
3.50.6 – Classificação e Estadiamento.
3.50.6 – Classificação.
3.50.7 – Estadiamento.
3.50.8 – A avaliação do estágio.
3.50.9 – Os tratamentos adicionais dependem dos demais sintomas.
3.50.10 – Tratamento.
3.50.11 – Após o tratamento.
3.50.12 – Diante das preliminares acima elencadas, passamos a se posicionar
3.50.12.1 – Que drogas são comuns no linfoma de Godinho?
3.50.12.2 – Qual o prognóstico tendo em vista a quimioterapia?
3.50.12.3 – Complicações.
3.50.12.4 – Requer ainda que(Tema da nossa avaliação.
3.50.12.5 – Começamos com um questionamento. O que é Linfoma não-Hodgkin?
3.50.12.6 – Farmacoterapia.
3.50.12.6.1– MOPP.
3.50.12.6 – Mostarda nitrogenada.
3.50.12.6 – Mecloretamina: manipulação magistral.
3.50.12.6 – Mustargen.
3.50.12.6 – Os efeitos colaterais da Mustargen.
3.50.12.7 – Precauções:
3.50.12.8 – FARMACODINÂMICA
3.50.12.9 – Referência Bibliográfica.
3.50.12.9.1 – Generalista.
3.50.12.9.2 - Específica. MUSTARGEN – BIBLIOGRAFIA.
3.50.13 - Vincristina.
3.50.13.1 - Avaliar Riscos X Benefícios.
3.50.13.2 - INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS.
3.50.14 – BIBLIOGRAFIA.
3.50.15 – Procarbazina.
3.50.16 – References: Recommendations for the safe handling of
3.50.17 – A procarbazina é uma substância antineoplásica
3.50.18 – Interações.
3.50.19 – Prednisona.
3.51 – DOXORRUBICINA.
3.52 – BLEOMICINA.
3.53 – VIMBLASTINA.
3.54 – DACARBAZINA.
3.55 – Literatura Suplementar.
3.56 – Concluindo.
Bibliografia Geral………………………………………………………………………..






Unidade II - Tema 3 - A Importância da Leitura na Elaboração da Monografia
Metodologia do Trabalho Científico
3.7 - Auto-avaliação
1. Como analisar uma obra?
A maior parte dos conhecimentos é obtida através da leitura, que possibilita não só a ampliação, como também o aprofundamento do saber em determinado campo cultural ou científico. Ler significa conhecer, interpretar, decifrar. Logo, quando decidimos indicar uma referencia bibliográfica para a nossa pesquisa-monográfica é importante analisar os aspectos da obra proposta, necessidade da leitura, impõe-se uma seleção da leitura, em virtude da quantidade e qualidade dos livros e periódicos em circulação e do jeito de nem todas as obras interessarem ao objetivo do estudo que o autor do estudo deseja realizar. (LAKATOS, MARCONI, 2001)
O primeiro passo na busca de material para leitura consiste na identificação da obra que se tem pela frente. Deve-se ler:
a) o título – para verificar o assunto e, às vezes, a intenção do autor da obra que se deseja ler;
b) a data da publicação - para certificar-se de sua atualização ou aceitação (pelo número de edições), a não ser que seja uma obra considerada clássica;
c) a ficha catalográfica - a fim de verificar as credenciais ou qualificações do autor da obra que se deseja ler;
d) a "orelha" - onde, geralmente, se encontra uma apreciação da obra;
e) o índice ou sumário - para se ter uma ideia da divisão e tópicos abordados;
f) a introdução ou prefácio – procurando encontrar indícios da metodologia e objetivos do autor;
g) a bibliografia - final e as citações de rodapé - tendo em vista as obras consultadas.
Deve-se, ainda, olhar uma ou outra página, para saber que tipo de abordagem fez o autor.
A leitura, tanto quanto possível, deve ser feita em obras originais, na língua do autor; na falta destas, escolher traduções que ofereçam garantia de fidelidade. (LAKATOS, MARCONI, 2001)
Existem diversas formas de uma obra ser estudada, depende dos objetivos propostos pelo autor.  No que diz respeito à análise de uma obra podemos considerar três tipos principais:  a) Análise textual - leitura que tem por objetivo uma visão global, assinalando: estilo, vocabulário, fatos, doutrinas, época, autor, ou seja, um levantamento dos elementos importantes do texto;  b) Análise temática - apreensão do conteúdo ou tema, isto é, identificação da ideia central e das secundárias, processos de raciocínio, tipos de argumentação, problemas, enfim, um esquema do pensamento do autor; c) Análise interpretativa - demonstração dos tipos de relações entre as ideias do autor em razão do contexto científico e filosófico de diferentes épocas; análise crítica ou avaliação; discussão e julgamento do conteúdo do texto (LAKATOS, MARCONI, 2001).
2. Quais os tipos de leitura e como os classificar?
A leitura constitui-se em um dos fatores decisivos do estudo e imprescindível em qualquer tipo de investigação científica. Favorece a obtenção de informações já existentes, poupando o trabalho da pesquisa de campo ou experimental. Leitura é ainda dos melhores meios, senão o melhor, de aumentarmos a nossa cultura. Daí que leituras numerosas e regulares se tornem indispensáveis para um enriquecimento da nossa cultura e da nossa personalidade, além de que, nas nossas atividades profissionais, continuam ainda a ser a única e melhor maneira de recebermos informações.  Leitura é a ação de ler algo. É o hábito de ler. A palavra deriva do Latim "lectura", originalmente com o significado de "eleição, escolha, leitura". Também se designa por leitura a obra ou o texto que se lê.  O sentido da leitura é ampliar a oportunidade de conhecer, interpretar e decodificar as informações no campo cultural ou científico, além de ser imprescindível em qualquer trabalho de pesquisa. A leitura é a forma como se interpreta um conjunto de informações (presentes em um livro, uma notícia de jornal, etc.) ou um determinado acontecimento. É uma interpretação pessoal. No ato de ler impõe-se uma seleção da leitura, em virtude da quantidade e qualidade dos livros e periódicos em circulação e de nem todas as obras interessarem ao objetivo do estudo que o autor do estudo deseja realizar. O hábito de leitura é uma prática extremamente importante para desenvolver o raciocínio, o senso crítico e a capacidade de interpretação.
Na pesquisa virtual encontrei uma importante referencia dentro deste contexto. Leia-se o capítulo V, páginas 105 a 135, do livro de Harry Maddox, Como estudar, dedicado essencialmente ao problema da leitura. Embora tratando-se de um obra essencialmente destinada àqueles que estudam, a verdade é que a sua leitura nos fornece conhecimentos importantes. A seguir se transcreve o resumo final do capítulo, págs. 134-135:
«A leitura é a parte mais importante no estudo. Os bons leitores aprendem a variar a rapidez da leitura de acordo com os seus propósitos.  A leitura implica que se faça um tipo de movimentos oculares complicados, assim como a compreensão do que se lê. Deveríamos observar os movimentos que fazemos com os olhos quando estamos a ler: os saltos, fixações, regressões e olhadelas rápidas.  As dificuldades na leitura podem resultar de movimentos oculares deficientes, de um vocabulário pobre ou de falta de compreensão. Se consideramos lenta a nossa leitura em matérias fáceis em prosa, podemos acelerar o tempo requerido mediante períodos regulares de prática cronometrada, apontando os nossos progressos num gráfico. Este método é tão bom como os métodos mecânicos para acelerar a leitura. O aperfeiçoamento pode também fazer-se aumentando o nosso vocabulário. O melhor modo de o fazer é ler ou escrever mais, mas também pode ajudar-nos a sistematização dos nossos conhecimentos das palavras gregas e latinas. Devemos também utilizar um bom dicionário. Aprendamos a ler de um modo inteligente e crítico.  Certifiquemo-nos do plano geral do que estamos a ler e distingamos as ideias principais dos pormenores.  Asseguremo-nos de que estamos inteiramente familiarizados com a nossa biblioteca, particularmente com o ficheiro e o sistema de referências. Não confiemos na biblioteca para os livros de texto básicos. É um enorme disparate não possuir os livros necessários para as nossas disciplinas.» Harry MADDOX, Como estudar, 6ª edição, Porto, Livraria Civilização, 1988, pp. 134-135.
Podemos resumir dizendo que ao elaborar um trabalho científico devemos ficar atento para os vários tipos de leitura que podem ser utilizados em função dos objetivos do pesquisador.
Lakatos e Marconi (2001) citam Cervo e Bervian (1978) para apresentar uma proposta de classificação com três tipos de leitura: formativa, de distração e informativa.   De acordo com (ANDRADE, 2003, p. 22) a leitura informativa “prioriza a aquisição e a ampliação de conhecimentos.”
A leitura informativa abrange quatro fases:  a) De Reconhecimento ou Prévia- leitura rápida, cuja finalidade é procurar um assunto de interesse ou verificar a existência de determinadas informações;  b) Exploratória ou pré-leitura - leitura de sondagem, tendo em vista localizar as informações, uma vez que já se tem conhecimento de sua existência;  c) Seletiva - leitura que visa à seleção das informações mais importantes relacionadas com o problema em questão; d) Reflexiva - mais profunda do que as outras, refere-se ao reconhecimento e à avaliação das informações, das intenções e dos propósitos do autor;  e) Crítica - avalia as informações do autor. Implica saber escolher, diferenciar as ideias principais das secundárias e hierarquizá-Ias pela ordem de importância, procurando obter não só uma visão sincrética e global da obra como também, e principalmente, a intenção do autor; f) Interpretativa - leitura com o intuito de verificar os fundamentos da verdade enfocados pelo autor. (LAKATOS, MARCONI, 2001, p. 22).






Metodologia do Trabalho   Científico

4.6 - Auto-avaliação

1-   Identifique as características específicas, de acordo com suas finalidades dos tipos de resumo.

A técnica de resumir difere, no modo de redigir, quando se trata de um texto curto ou de uma obra inteira.   ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas). A NBR 6028/2003 postula que o resumo pode ser classificado em três tipos: indicativo, informativo ou crítico, os quais são determinados por características específicas, vistas a partir de agora. Assim, o resumo informativo tem por finalidade, como o próprio nome já indica, deixar o leitor informado acerca dos principais pontos destacados no texto, proporcionando a ele a possibilidade de ter uma ideia geral do que se trata. Cabe afirmar então que a consulta ao texto original não é tão necessária assim.  Essa modalidade de resumo é indicada para artigos científicos e artigos acadêmicos de forma geral.

O resumo indicativo, literalmente afirmando, indica somente os pontos relevantes, principais do texto-base, descartando a possibilidade de apresentar dados de natureza qualitativa e quantitativa.  Por essa razão, faz-se necessária a consulta ao texto original. Por fim, temos o resumo crítico que, sem sombra de dúvidas, trata-se de uma análise com base no ponto de vista do emissor acerca das ideias contidas no texto original. Em virtude desse aspecto, juízos de valor são amplamente permitidos – o que lhe concede o nome, também, de resenha crítica. Resumindo em relação a Resenha, entendemos como sendo  tipo de resumo crítico que, além de reduzir o texto, permite opiniões e comentários, inclui julgamentos de valor, tais como comparações com outras obras da mesma área do conhecimento, a relevância da obra em relação às outras do mesmo gênero etc; e a  Sinopse (em inglês, synopsis ou summary; em francês, résumé d'auteur): neste tipo de resumo indicam-se o tema ou assunto da obra e suas partes principais. Trata-se de um resumo bem curto, elaborado apenas pelo autor da obra ou por seus editores. (ANDRADE, 2003, p. 29-30)
2-   Quais os critérios para elaboração de um resumo?

No resumo de textos mais longos ou de livros inteiros o autor deve adotar os seguintes procedimentos:  a) Fazer uma leitura integral do texto, para conhecimento do assunto; b) aplicar a técnica de sublinhar, para ressaltar as ideias importantes e os detalhes relevantes, em cada capítulo;  c) reestruturar o plano de redação do autor, valendo-se, para isto, do índice ou sumário, isto é, identificar, pelo sumário, as principais PARTES do livro; em cada parte, os CAPÍTULOS, os títulos e subtítulos. De posse desses elementos, elaborar um plano ou esquema de redação do resumo; d) tomar por base o esquema ou plano de redação, para fazer um rascunho, resumindo por capítulos ou por partes;  e) concluído o rascunho, fazer uma leitura, para verificar se há possibilidade de resumir mais, ou se não houve omissão de algum elemento importante. Refazer a redação, com as alterações necessárias, e transcrever em fichas, segundo as normas de fichamentos. Observemos que ANDRADE, 2003, p. 37-38, preleciona que “É indispensável considerar o resumo como uma recriação do texto, uma nova elaboração, isto é, uma nova forma de redação que utiliza as ideias do original”.

3-   Após a leitura do tema elabore um resumo a partir do esquema.

Basicamente, o resumo tem como principal característica apresentar com fidelidade as ideias reproduzidas em um texto, primando por elementos inerentes à construção textual. Data vênia a questão não estar a minha ver bem clara. Vou respondê-la pela ilação. Apresento um texto original de uma atividade de minha autoria. Já publicado na editor e-book.










Unidade II - Tema 5 - Na Hora de Escrever a Monografia: A que Recomendações o Autor deve Obedecer?
Metodologia do Trabalho   Científico
5.8 - Auto-avaliação
1-      Quais os aspectos que asseguram a originalidade do trabalho acadêmico?
A originalidade do trabalho acadêmico está:
a)  no tratamento do assunto, desenvolvido de um modo que ainda não foi experimentado;
b)  numa redação autônoma, agradável e criativa, ou seja, que escreva numa perspectiva pessoal, reescrevendo (a maioria) e transcrevendo (quando indispensável) as ideias contidas nas fontes;
c) escrever de certo modo agradável é redigir de forma a despertar no leitor o prazer da leitura; escrever de modo criativo é construir as frases de jeito a realçar os aspectos novos do problema tratado;
d) numa riqueza vocabular, que se na manifesta na recusa ao uso das frases feitas, dos lugares-comuns e dos jargões profissionais.
e) Objetividade;
f) Ordem;
g) Harmonia
h) equilíbrio - apresentando senso de proporções;
i) coerência - ajustamento no emprego dos termos;
j) controle - obediência e rigor na organização;
l) interesse - despertando a atenção e o agrado;
m) persuasão - visando convencer sobre o assunto exposto;
n) unidade - significando uniformidade na disposição do assunto.
O autor deverá enunciar e fundamentar seu marco teórico para garantir a qualidade do trabalho acadêmico. É necessário também garantir as qualidades seguintes: a relevância temática, clareza nos procedimentos, rigor documental, organização lógica, estilo apurado, ou seja, o texto precisa ser redigido de modo gramaticalmente correto, fraseologicamente claro, terminologicamente preciso e estilisticamente agradável.
 O trabalho acadêmico deve refletir a qualidade da investigação científica e, portanto apresentar algumas qualidades entre elas:
* Delimitação precisa.
Relevância temática.
Fundamentação teórica.
O autor deverá enunciar e fundamentar seu marco teórico.
Clareza nos procedimentos.
Permitir a aceitação ou contestação das conclusões fornecidas.
Rigor documental.
Apresentação de informações sobre as fontes dos dados
Organização lógica.
O material deve ser apresentado numa sequência lógica, coerente e harmônica.
Estilo apurado.
O texto precisa ser redigido de modo gramaticalmente correto, fraseologicamente claro, terminologicamente preciso e estilisticamente agradável.
2- A que recomendações a escrita da monografia deve obedecer?
Quando do desenvolvimento textual, escrita da monografia, o autor deve observar escrever  frases breves, parágrafos curtos e capítulos enxutos.
Uma boa redação exige simplicidade no escrever, significa clareza de pensamento de modo direto, sóbrio. A precisão conceitual e terminológica consiste no uso de palavras ou expressões adequadas, usando termos apropriados, que definam com rigor as ideias; no que se refere também à concisão na exposição das ideias, com objetividade, precisão e brevidade.
Citamos aqui a recomendação de  Azevedo (2000, p. 117-18):
A FRASE - Não sobrecarregue uma frase com dados e ideias. Cada frase deve conter apenas uma ideia forte e a informação indispensável, tanto para o autor quanto para o leitor. Não se deve acumular numa mesma frase ideias que não se relacionam e que podem compor outra frase.
O PARÁGRAFO - Os parágrafos também não devem ser longos. Embora um parágrafo deva conter uma ideia completa, por vezes será melhor quebrá-lo em nome do interesse do leitor, que dificilmente tolera um parágrafo com mais de 15 linhas. As qualidades básicas de um bom parágrafo são a unidade (contendo uma única ideia), a coerência (com as frases conectando- se entre si) e a ênfase (com destaque para a ideia principal).
O CAPÍTULO - Os mesmos cuidados devem ser considerados para a extensão dos capítulos. É recomendável que contenham tópicos identificados por entre títulos. Na numeração sequencial deles é imprescindível que haja uma hierarquia entre eles. É recomendado que os capítulos guardem um certo equilíbrio quantitativo entre eles.
O ENCADEAMENTO - Encadeie as frases, os parágrafos, os tópicos e os capítulos entre si. Procure tornar cada frase um desenvolvimento do que veio antes, numa sequência lógica, tanto para explicar, quanto para demonstrar, detalhar, restringir ou negar. Cada parágrafo deve estar em harmonia e em tranquila transição com o anterior e com o posterior. O mesmo vale para tópicos e capítulos.
3- O que deve se   evitar na redação do trabalho acadêmico ?
a) Períodos longos ou breves demais;
b) Repetição de palavras;
c) Frases desconexas - períodos confusos, de difícil entendimento;
d) Expressões vulgares - na redação científica,não se permite a gíria, e também as expressões populares. Os assuntos são abordados com elegância;
e) Chavões - são sentenças ou frases muito comuns, vulgarmente usadas; São formas de expressões de uso na linguagem corriqueira, do dia-a-dia;
f) Eco - rima na prosa; hiato - sucessão de vogais iguais; cacofonia – repetição de sons desagradáveis; colisão - concorrência das mesmas consoantes;
g) argumentação demasiadamente abstrata;
h) vocabulário técnico desnecessário;
i) repetição de detalhes supérfluos;
k) dependência das fontes transformando o texto numa simples colagem de citações;
j) títulos e sub-títulos incluídos de forma inadequada tendo em conta a organização do texto;
m) enfeite gratuito seja com um adjetivo ou uma frase rebuscada; 
n) falsa erudição com citações desnecessárias e conceitos confusos;
o) excesso de citações, o que faz do trabalho uma colcha de retalhos;
p) escassez de citações, atribuindo-se ao autor pensamentos que são de outrem;
q) inexistência, insuficiência ou incorreção das fontes empregadas;
r) Inadequada transição entre o texto do autor e o texto citado, o que dificulta a identificação de quem está falando.
s) abuso de destaques (negritos, itálicos, sublinhados, maiúsculas);
t) Apelo para generalizações (do tipo "a maioria acha", "todos sabem").

QUESTÃO POSTADA.
Formativa 1   
Objetivos: Identificar as diferentes possibilidades de pesquisa dentro de um mesmo tema. No decorrer do módulo, iremos realizar atividades, de acordo com o material didático, utilizando textos que vocês deverão selecionar com base nas perguntas de pesquisa formuladas. Critérios:
Escrever com suas palavras.
RESPOSTA.
O tema da pesquisa abordado na disciplina refere-se no primeiro momento, a busca do método, científico (Metodologia científica aqui entendida como um conjunto de etapas seqüenciadas).
Para a sala de aula do ensino fundamental ou médio, ou ensino básico, nesta resposta ao quesito proposto busquei adequá-la, a pesquisa na escola em um direcionamento para dentro de um conjunto de propostas e ações, que no contexto da pesquisa se venha a encontrar a solução para um problema, que deve a priori ter base em procedimentos racionais e sistemáticos. No primeiro momento a pesquisa deve ser realizada quando estamos diante de um problema e não se têm informações para solucioná-lo.
O tema proposto, pesquisa escolar, requer uma rápida definição. E neste contexto, se tem em mente a “pesquisa escolar. Na Lei da Educação, são muitas as acepções de aprender que podemos depreender a partir da leitura de seus dispositivos legais referentes à educação escolar.
A presença do professor em sala de aula como mediador é um fato, pois a experiência demonstra que o aluno não busca voluntariamente respostas para seus questionamentos acerca dos assuntos que lhe são apresentados, quando estão resolvendo exercícios. Ai vem à estimulação a pesquisa escolar por parte do docente.  A pesquisa a meu ver pode ser um estimulo para novas descobertas, sem ela o aluno pode desistir de seu trabalho acadêmico, e muitas vezes desistem.
Na pesquisa se encontra respostas para indagações propostas dentro do contexto do exercício apresentado.
No planejamento metodológico do ensino da biologia, a pesquisa como atividade cotidiana deve ser inserida, e neste objetivo considerá-la  como atividade para fins de questionamento sistemático, critico e criativo. Porém ao mestre se recomenda uma intervenção competente para conexão entre o resultado da pesquisa escolar e a realidade, dentro de um diálogo critico permanente com um sentido teórico e prático.
Alguns critérios devem ser estabelecidos na orientação da pesquisa escolar, pois existem varias formas de classificar as pesquisa.
Para fins didáticos apresentamos:
Do ponto de vista da natureza, pode ser pesquisa básica e pesquisa aplicada.
Do ponto de vista da forma de abordagem do problema pode ser pesquisa quantitativa, pesquisa qualitativa.
Do ponto de vista de seus objetivos: pesquisa exploratória, pesquisa descritiva, pesquisa explicativa.
Do ponto de vista dos procedimentos técnicos: pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, pesquisa experimental, levantamento, estudo de caso, pesquisa expost-facto, pesquisa ação e pesquisa participante.










Formativa 1

PRELIMINARMENTE INFORMO AOS PROFESSORES QUE NÃO RECEBI O CD, DA DISCIPLINA, ASSIM COM BASE NA PLATAFORMA e na leitura atenta o Tema 3 da Unidade I do sobre escolha de tema e formulação de problemas de pesquisa monográfica. Nesta atividade iremos exercitar a formulação de problemas através da elaboração de perguntas de pesquisa (mínimo de 3 perguntas que sugiram 3 diferentes possibilidades de pesquisa sobre o tema). Para isso, você deverá escolher um tema, dentro de uma das linhas de pesquisa do seu curso(Licenciatura em Biologia), cuja relação você encontra em Material de Apoio

Material de Apoio - Ver Material de Apoio

Letra tamanho 3Letra tamanho 2Letra tamanho 1
Título
Data
Linhas de Pesquisa Biologia
21/01/2017 11:51:33
Texto
Linhas de Pesquisa Biologia
LINHA 1: Materiais Didáticos de Biologia para o Ensino Médio
LINHA 2: Avaliação de Aprendizagem
LINHA 3: O Laboratório de Biologia no Ensino Médio
LINHA 4: O Ensino de Biologia e o cotidian

Em seguida, formule perguntas de pesquisa sobre o tema escolhido que poderiam ser objeto de pesquisa monografia.
O tema escolhido é LINHA 1: Materiais Didáticos de Biologia para o Ensino Médio.
Perguntas:       1ª) A disciplina de Biologia tem como objeto de estudo o fenômeno Vida. Ao longo da história da humanidade muitos foi os conceitos elaborados sobre este fenômeno, numa tentativa de explicá-lo e, ao mesmo tempo, compreendê-lo.
O material didático de biologia adotado no ensino médio explora e fundamenta adequadamente os conceitos e práticas da biologia aplicada no dia-a-dia. São adequadamente apresentados os conteúdos e estes são conceituais?
·         O que vai ser realmente tratado?
Será feita uma análise comparativa.
·         Como?
Será observado um tradicional livro de biologia, preferencialmente os adotados na rede de educação pública. Os Fundamentos da Biologia tem como ser prático e abordar um uso diário destes conceitos na vida do aluno, a partir dos conteúdo ministrado no ensino médio.

·         Para quê?
Tal análise servirá de base para a elaboração de materiais didáticos mais conceituais, que traga o aluno para o convívio mais harmonioso na construção da ciência e a percepção da Biologia diariamente no mundo o qual está inserido.








Formativa 2

Procure no \"site\" de busca acadêmica  http://scholar.google.com.br/  por artigos relacionados com o tema ou qualquer uma das perguntas de pesquisa apresentados por você em sua avaliação formativa 1.  Escolha um artigo e elabore uma ficha de resumo, de acordo com o que você aprendeu ao realizar a Participativa 2. Ao apresentar a ficha de resumo é preciso fornecer o artigo com base no qual a mesma foi elaborada.
Fichamento Resumo, modelo pequeno (7,5 X 12,5 cm)
Microbiologia do solo no ensino médio de Lavras, MG

Os microrganismos realizam processos imprescindíveis para a sustentabilidade dos ecossistemas e para a vida no planeta; apesar disso, a sociedade de modo geral ignora esse papel e os considera apenas do ponto de vista de patógenos. Este trabalho foi realizado com os objetivos de analisar o conteúdo sobre os microrganismos do solo nos livros didáticos de Biologia adotados nas escolas de ensino médio de Lavras, MG; caracterizar estudantes e professores de três escolas desta cidade; e avaliar a percepção sobre Microbiologia do Solo de 334 estudantes do ensino médio dessas escolas após a apresentação do assunto em diversos formatos atrativos (palestras, workshops e aulas práticas). A coleta de dados, a priori e posteriori, foi realizada por questionários; avaliou-se ainda a viabilidade de trabalhar esse conteúdo no ensino médio. Apesar da importância dos microrganismos do solo, os materiais didáticos para o ensino de Biologia no ensino médio os abordam superficialmente e não destacam sua relevância nos contextos agrícola e ambiental. Após apresentação do assunto, houve diferenças significativas na percepção por estudantes das escolas tanto públicas como privadas. Concluiu-se ser possível ensinar e melhorar esse conteúdo da disciplina de Biologia por meio de recursos acessíveis e constatou-se a necessidade de levar os avanços científicos conhecidos na universidade para atualizar o ensino médio.
Bibliografia

1.      ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico.   Editora Atlas S. A.: São Paulo, 2003.
2.      AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: diretrizes para a elaboração de trabalhos acadêmicos. São Paulo: Prazer de Ler, 2000.
3.      MARCONI, M. de A.; LAKATOS. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2001.
4.      RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1988.
5.      SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Cientifico. São Paulo: Cortez, 2001.
6.      SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 4.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

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